Vestibular

Orientação para as leituras das obras da Fuvest e Unicamp 2016

Posted by on mar 13, 2015

As Bancas Examinadoras da FUVEST e da UNICAMP anunciaram suas listas de leituras obrigatórias para os vestibulares 2015-2016. A FUVEST manteve sua lista. A UNICAMP repetiu a lista...

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Educação

Posted by on fev 24, 2015

E o Rio de Janeiro comemora a vitória da Beija Flor. Que vitória! Vence mais uma vez o que nem deveria estar em julgamento. A iniquidade. E a maior festa popular brinda o que há...

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Dicas Culturais do Verô

Mostra Breves e Inéditos no CCSP

Posted by on mar 2, 2015

DOIS FILMES EXCEPCIONAIS: A JAULA DE OURO e A IMAGEM QUE FALTA O Centro Cultural São Paulo, desde sua última reforma, há dois anos, criou mais uma sala de cinema e, entre seus...

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Sustentabilidade

Impacto do aquecimento global será ‘grave e irreversível’, diz ONU

Posted by on abr 1, 2014

O impacto do aquecimento global será “grave, abrangente e irreversível”, segundo um relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC,...

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O Big Bang não existiu?

teoria mais aceita hoje é que o Universo teve um início : o Big Bang, a explosão de um ponto infinitamente denso, uma singularidade. A partir dessa explosão, teria havido uma expansão e o resultado seria o Universo atual. Essa teoria é baseada na relatividade geral, proposta por Einstein.

No entanto um novo modelo, que mistura correções quânticas na teoria de Einstein, sugere que não houve Big Bang. E que, na verdade, o Universo não começou: ele sempre existiu.

“A singularidade do Big Bang é um problema para a relatividade, porque as leis da física já não fazem sentido pra ela”, afirma Ahmed Farag Ali, pesquisador da Universidade Benha, no Egito. Ele e o coautor Saurya Das, da Universidade de Lethbridge, em Alberta, no Canadá, mostraram que esse problema pode ser resolvido se acreditarmos em um novo modelo, no qual o Universo não teve começo – e não terá fim.

Os físicos esclarecem que o que eles fizeram não foi simplesmente eliminar a singularidade do Big Bang. Eles se basearam no trabalho de David Bohm, físico que, nos anos 1950, explorou o que acontecia se substituíssemos a trajetória mais curta entre dois pontos numa superfície curva por trajetórias quânticas. No seu estudo, Ali e Das aplicaram as trajetórias Bohminanas a uma equação que explica a expansão do universo dentro do contexto da relatividade geral. Com isso o modelo contém elementos da teoria quântica e da relatividade geral. Os pesquisadores esperam, com isso, que seu modelo se mantenha mesmo quando uma teoria completa da gravitação quântica for formulada.

Mas então o Universo não teve nem começo e nem fim? Com o modelo, os físicos estabelecem que o Universo tem um tamanho finito – e, com isso, podem dar a ele idade infinita, o que combina com nossas medições de constantes cosmológicas e de densidade.

O modelo descreve o Universo como preenchido com fluido quântico, que seria composto de gravitons, partículas hipotéticas que mediam a força da gravidade. Se eles existem, eles teriam um papel essencial na teoria da gravitação quântica. Agora os físicos pretendem analisar perturbações anistrópicas no Universo, elevando emc onsideração a matéria escura e a energia escura, mas eles acreditam que os próximos cálculos não afetarão os resultados atuais. “É satisfatório saber que essas correções podem resolver tantos problemas de uma vez”, afirmou Das.

Via Phys.Org

http://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Espaco/noticia/2015/02/o-big-bang-nao-existiu.html

MEC pode fazer o ‘Enem online’ como teste para treineiros

Projeto de plataforma digital poderá ser aplicado como treino ao Enem.
Ministério quer aumentar o banco de questões que podem ser usadas.

O Ministério da Educação pode aproveitar a ideia de ter uma plataforma digital do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para usá-la como testes para estantes que querem fazer as provas como treineiros.

A ideia de se criar o Enem online partiu do ex-ministro Cid Gomes, que queria reformatar o exame do MEC para que no futuro a prova não fosse mais realizada em um único fim de semana por ano, mas “toda hora, todo dia”.

O MEC abriu consulta pública para receber ideias e debater a construção do formado do Enem online. Mais de 27 mil colaborações foram enviadas.

“A ideia é fazer o Enem digital para os estudantes que fazem a prova para treinar, sem o objetivo de buscar uma vaga em alguma universidade pelo Enem”, destacou o secretário-executivo do ministério, Luiz Cláudio Costa, que ocupou interinamente a pasta até a nomeação de Renato Janine Ribeiro como novo ministro da Educação. “Para isso precisamos aumentar o nosso banco de itens.”

Segundo o secretário, a implementação do sistema digital não vai acontecer em 2015.

O Enem tradicional será aplicado no segundo semestre em data a ser definida.

Cultura no Colégio CPV

 No dia 22/04/2015, os alunos da 1ª e 2ª séries do Ensino Médio do Colégio CPV, tiveram o privilégio de visitar o CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil), onde está ocorrendo a exposição “Picasso e a Modernidade Espanhola”.

O evento conta com 90 obras da Coleção do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía.

A exposição evidencia a influência de Picasso na arte moderna espanhola e os traços mais importantes e originais da sensibilidade artística que o pintor e seus contemporâneos espanhóis imprimiram ao cenário internacional das artes.

A idéia é de um encontro com as mais singulares contribuições desses criadores, porém não de forma convencional, por meio de rótulos, mas sim a partir dos fundamentos estéticos que configuraram as experiências espanholas da modernidade.

A exposição faz também referência ao percurso de Picasso como artista e como mito, até chegar à realização de Guernica, à sua relação com mestres da arte moderna espanhola, como Gris, Miró, Dalí, Domínguez e Tàpies, entre outros presentes na mostra e as suas contribuições para uma noção de modernidade voltada para o tempo presente.

Dentro de um ambiente de pura cultura, nossos alunos puderam vivenciar e aprender conceitos importantes sobre as obras desses importantes artistas.

USP deve adotar Enem para 15% das vagas

A USP (Universidade de São Paulo) quer aprovar ainda neste ano a adoção do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para selecionar parte dos alunos. O Enem seria usado para preencher 15% das vagas – essa forma de ingresso estaria voltada para alunos da escola pública. A instituição divulgou ontem que em 2015 conseguiu aumentar a proporção de estudantes da rede pública: chegou a 35,1%, ante 32,3% no ano anterior.

A adoção do Enem tem sido discutida desde o ano passado. Das 42 unidades da USP, 36 já se pronunciaram sobre o assunto e somente duas não recomendaram o exame como forma de ampliar a inclusão. “Houve muitas propostas sobre como melhorar a inclusão, mas a adoção do Enem é praticamente uma unanimidade”, diz o pró-reitor de Graduação, Antonio Carlos Hernandes.

A pró-reitoria vai consolidar a proposta para aprovação até junho no Conselho Universitário, instância máxima da universidade. Assim, a mudança poderia valer já no próximo vestibular. A meta da USP é ter 50% de alunos da rede pública até 2018.

A universidade é pressionada para criar estratégias para aumentar a inclusão – a instituição nunca adotou cotas, mas aposta em um sistema de bônus. Cerca de 85% dos alunos de ensino médio estão em escolas públicas.

Segundo Hernandes, destinar 15% de vagas para o Enem, por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), garantiria que a USP cumprisse a meta com velocidade. “As pessoas da universidade entenderam que há a necessidade de ter outro mecanismo de ingresso. Todo mundo tem confiança na Fuvest, mas não dá para fazer isso (aumentar a inclusão) lentamente.”

O porcentual de vagas e a exclusividade de participação de alunos de escola pública ainda serão discutidos internamente. Pela proposta, a Fuvest continua responsável pela seleção dos demais alunos, e o sistema de bônus vigente na universidade também continuaria valendo, podendo até ser melhorado.

Inclusão

Dos 10.955 matriculados neste ano, 3.847 (35,1%) vieram de rede pública. Apesar do avanço em relação ao ano passado, o porcentual ficou abaixo da estimativa feita no fim de 2014 pela universidade, que era alcançar 38%. Por outro lado, o número de inscritos de escola pública teve queda de 32%, o que dificulta a maior inclusão.

Hernandes comemorou o resultado, ressaltando que a evolução ano a ano é positiva. “A decisão da universidade de melhorar o bônus fez efeito”, diz. Aluno de escola pública tem até 20% de bônus. Para negros ou indígenas, a bonificação chega a 25%. Para este ano, o sistema não levou mais em conta a nota mínima para o cálculo da bonificação, como ocorria antes.

A universidade não divulgou os porcentuais de inclusão por curso. Em carreiras concorridas, o número de alunos de escola pública costuma ser menor.

A inclusão de negros e indígenas também cresceu em 2015. Entre os alunos de escola pública, o porcentual de alunos pretos, pardos e indígenas passou de 30,3%, em 2014, para 32,1% neste ano. São 2.058 alunos, que representam 18,8% do total de alunos ingressantes.

O perfil socioeconômico também está se alterando. Em 2008, 58% dos ingressantes vinham de famílias com renda de mais de 7 salários mínimos. Esse porcentual caiu para 43% em 2015, aumentando a proporção de estratos mais pobres.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

http://educacao.uol.com.br/noticias/agencia-estado/2015/04/23/usp-deve-adotar-enem-para-15-das-vagas.htm

13 estratégias para turbinar a capacidade de estudo

Não há nada mais desmotivador do que chegar ao fim da página de um livro e perceber que a concentração foi embora entre um parágrafo e outro, e com ela, levou também a sua capacidade de retenção das informações.

Quando o volume de leitura exigido é grande, adotar estratégias é essencial para não ficar a ver navios enquanto os ponteiros do relógio dão voltas e os livros, um “baile” em você.

Mas, antes de sair em busca de soluções milagrosas, como o uso de remédios controlados, veja o que indicam três especialistas em técnicas de estudo para concursos públicos. As dicas estão divididas em três blocos (concetração, leitura rápida e retenção de informações) e valem para concurseiros, universitários e vestibulandos:

Para turbinar a concentração

1. Cuide do seu estado mental

“Não se consegue a alta performance de repente, sobretudo, para quem está afastado dos estudos há muito tempo”, diz José Roberto Lima, autor do livro “ Como passei em 15 concursos” (Editora Método).

De acordo com ele, com o hábito de estudar o rendimento melhora. “A persistência desenvolverá outro atributo importantíssimo: o prazer de estudar e de aprender”, diz.

2. Bloqueie distrações

“Isso significa desligar o celular para não ter mensagens chegando toda hora, sair do computador, fechar a porta do quarto e avisar para não ser perturbado”, diz Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos.

Aquela escapadinha para conferir a timeline do Facebook é tão irresistível quanto prejudicial. “O cérebro perde a concentração que vinha mantendo e, para reiniciar o processo, demanda tempo e energia”, diz.

3. Escolha o ambiente adequado

A luminosidade deve ser apropriada, assim como a tranquilidade do ambiente. “Se a casa tem muita gente ou muita distração, o ideal é procurar uma biblioteca”, indica João Mendes, coordenador do curso Ênfase.

4. Mantenha postura correta

Estudar na cama só é bom para embalar o sono. “A pessoa deve evitar ler deitada ou escorada, e, sim, ler sentada, com a coluna ereta, o joelho dobrado a 90 graus e não ficar com a cabeça excessivamente baixa”, diz Mendes.

5. Faça pausas

“Saiba também que não dá para ficar concentrado durante muito tempo, então é importante estabelecer metas e prazo”, diz Marcello Leal, professor do site Questões de Concursos.

Estude por no máximo 50 minutos antes de fazer um intervalo. Depois se dê até 10 minutos de descanso antes de voltar para os estudos. Durante a pausa, levante da cadeira, faça alongamentos, ande um pouco, indica Leal.

6. Use o seu relógio biológico a seu favor

Você é do tipo matutino, vespertino ou noturno? “Cada pessoa possui um período do dia no qual produz mais. Seja ele pela manhã, tarde ou noite, trate esse momento como sendo o mais importante e estude durante ele os pontos mais difíceis”, diz Leal.

Para ler mais rápido

7. Pratique técnicas de leitura dinâmica

“Cursos voltados para leitura dinâmica podem ajudar”, diz Lima. Usar os dedos para acompanhar a leitura, marcar o tempo para ler uma página e verificar os progressos feitos são algumas dicas.

Mas não tenha pressa. “Existem temas, como Direito, por exemplo, em que se exige muita concentração. É necessária a compreensão de que determinados temas exigem leitura atenta e não tão rápida”, diz Lima.

8. Foco

“Para ler mais rápido é necessário que sua mente esteja alerta e focada naquela única atividade que está desempenhando”, diz Leal.

Melhor do que leitura dinâmica é apostar em foco exclusivo no texto, explica Leal. “Como diria o monge budista Thich Nhat Hanh, ao tomar o seu chá, apenas tome o seu chá e não seus problemas e ansiedades”, afirma.

9. Sublinhe o texto

Marcar  trechos mais importantes do texto ou marcá-lo com outras cores também é um conselho dos especialistas.

Para aumentar a retenção de informações

10. Leitura dupla

“Muitos estudantes preferem fazer uma primeira leitura rápida sem se preocupar com detalhes e depois fazer uma segunda leitura mais detida”, diz João Mendes, coordenador do Curso Ênfase.

11. Resumo

Ler e resumir é uma forma bastante eficaz de fixar o conteúdo, segundo Mendes. O ponto negativo desta técnica é o tempo. Se ele estiver curto, melhor usar outras estratégias.

12. Procure exemplos do que foi estudado

Buscar exemplos práticos da teoria é uma estratégia que dá resultado, afirma Leal. “Quando você vivencia uma situação que tem a ver com algo que estudou, aquela informação não te deixa nunca”, diz.

Mas, como é impossível vivenciar tudo o que é estudado, a dica é pedir (e anotar) exemplos aos professores e procurar nos livros a aplicação prática de conceitos abstratos.

13. Ouvir, anotar e revisar

Faça anotações em aula e revisões periódicas, indica José Roberto Lima. “Gravamos 50% do que ouvimos durante três dias. Quando ouvimos e fazemos anotações, saltamos para 90% (mas também por três dias). Quando ouvimos, fazemos anotações e, no prazo de três dias, fazemos revisões, gravamos, para o resto da vida, 70%”, diz Lima.

http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/13-estrategias-para-turbinar-a-capacidade-de-estudo

Novo estudo revela principal culpado pela doença de Alzheimer

Uma nova análise de mais de 3.600 cérebros doados nos EUA destacou o papel do mau funcionamento das proteínas tau como a principal causa para o declínio e perda de memória cognitiva associada à doença de Alzheimer, oferecendo um novo enfoque para o tratamento e futuras pesquisas relacionadas à doença.

O que causa o Alzheimer?

A comunidade científica já estudou bastante o assunto. Hoje, é aceito como fato que a doença de Alzheimer se desenvolve em virtude de um defeito no funcionamento de duas proteínas, conhecidas como amiloide e tau.

O que não se sabia ao certo até o momento era o quão grande era o papel de cada uma dessas proteínas do desenvolvimento da doença.

Recentemente, uma grande parte da investigação sobre a doença de Alzheimer tem sido centrada na amiloide, como uma experiência que cancelou a proteína nos cérebros de camundongos e deu-lhes de volta a sua função de memória.

Um novo panorama

Mas pesquisadores da Clínica Mayo, dos Estados Unidos, acharam que a pesquisa estava focando no alvo errado porque o seu estudo sugere que, embora as proteínas amiloides de fato se multipliquem à medida que a doença progride, a sua presença não é o que está provocando a condição.

“A maioria dos campos de pesquisa da Alzheimer tem realmente focado em amiloide ao longo dos últimos 25 anos”, ressalta a pesquisadora chefe e neurocientista, Melissa Murray.

Ainda de acordo com ela, inicialmente, os pacientes que foram descobertos com mutações ou alterações no gene amiloide também tinham a patologia de Alzheimer grave. Nas ressonâncias obtidas ao longo da última década dos cérebros de pacientes assim, também foi descoberto que o nível de amiloide aumentava conforme a doença evoluía. Assim, a maioria dos modelos de Alzheimer foram baseados na toxicidade amiloide, o que tornou o campo dos estudos sobre o Alzheimer míope.

O novo estudo

A equipe de Murray examinou 3.618 cérebros pós-morte de um banco de cérebros da Clínica Mayo, e descobriu que 1.375 dos seus proprietários tinham morrido com diferentes estágios de demência. Eles criaram uma linha do tempo para analisar a progressão da doença usando esses cérebros e, assim, criaram uma maneira de quantificar a progressão da formação das proteínas amiloide e tau ao longo do desenvolvimento da doença.

Em seguida, analisaram scans cerebrais tirados de aglomerados de proteína amiloide em pacientes antes da morte, comparando-os com os resultados de exames cerebrais após a morte.

Em conjunto, estas análises revelaram que a concentração da proteína tau em mau funcionamento – e não de amiloide, como se acreditava – é fortemente relacionada com o início do declínio cognitivo, deterioração mental e desenvolvimento de Alzheimer.

A culpa é da tau

Os pesquisadores encontraram uma forte ligação entre o acúmulo de amiloide e um declínio na cognição, mas assim que eles entenderam a gravidade da concentração de tau, esta ligação desapareceu.

Inclusive, em alguns dos cérebros foram encontrados aglomerados amiloides sem que o órgão mostrasse sinais de declínio cognitivo.

A pesquisadora Murray discute os resultados

De acordo com a principal autora da pesquisa, a proteína tau serve para “estabilizar” o caminho que as células do cérebro usam para transportar alimentos, mensagens e outras cargas vitais para todos os neurônios.

Na doença de Alzheimer, as mudanças na proteína tau fazem com que esses “caminhos” fiquem instáveis em neurônios do hipocampo, o centro de memória do cérebro. O tau anormal se acumula nos neurônios, o que eventualmente leva a sua morte.

Evidências sugerem que a tau anormal então se espalha a partir de uma célula para outra, até chegar e se espalhar por todo o córtex cerebral.

O córtex é a parte mais externa do cérebro que está envolvida em níveis mais elevados de pensamento, planejamento, comportamento e atenção – o que causa aquelas mudanças comportamentais posteriores em pacientes de Alzheimer.

A amiloide, por outro lado, começa a se acumular na parte exterior do córtex e depois se espalha para baixo para o hipocampo e, eventualmente, para outras áreas.

Enquanto a equipe certamente não recomenda ignorar a participação-chave das amiloides na progressão do Alzheimer, incita que pesquisas futuras se concentrem no que está acontecendo com as proteínas tau, na esperança de que possamos descobrir como detectar e deter a progressão da doença. [sciencealert]

http://hypescience.com/novo-estudo-revela-principal-culpado-pela-doenca-de-alzheimer/